Clube dos Executivos

Vencer na Sociedade do Conhecimento!

Espaço independente aberto a todos os executivos interessados no seu desenvolvimento pessoal e profissional. Criado em 2 de Maio de 2009.

AUTORIA

Nelson S Lima (Clube dos Executivos) é o fundador e actual CEO do Instituto da Inteligência (Portugal, Brasil, UK e América Latina), Managing Director da Future Intelligence Management (Reino Unido), Gerente de Projectos europeus da Reddo Comunicação em Saúde (Brasil), Delegado europeu da Zigma Consulting Group (América Latina) e Formador do Institute for International Research (IIR). Colunista da revista "Neurociências e Negócios" (América Latina). Tendo obtido o seu doutoramento em Investigação Psicológica é membro efectivo da Association for Psychological Science, com sede em Washington, há vários anos. É sócio-fundador do Museu de Informática e Tecnologias da Informação de S.Paulo (Brasil).

Blog pessoal:
inteligenciaexecutiva.blogspot.com
Membro de
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Meu primeiro livro. Uma introdução à história da Globalização:

Esgotado!

FUTURO

News from Institute for Alternative Futures

Disruptive Innovation: The Future of Primary Health Care

IAF Senior Associate Jay Herson was recently published in the Conference Volume for the World Futures Society annual meeting, WorldFuture 2009: Innovation and Creativity in a Complex World. The paper makes the case that health-care reform and market forces will force walk-in retail clinics to evolve, via a disruptive innovation, into retail pharmacy-based primary care group practices with physicians added to the provider team. There are currently about 2,000 walk-in clinics, with services provided by nurse practitioners and physician assistants, located at chain retail pharmacy sites.

Health-care reform is likely to provide incentives in primary care for electronic medical records, e-prescribing, and use of evidence-based disease management protocols. These innovations require large information technology infrastructures and levels of medical supervision and computer expertise. The transition created by health-care reform will create a more patient-centric system and attract a new generation of physicians interested in practicing medicine without the need to be involved in business issues.

The ability to retrieve patient information from any location is likely to expand the services and the customer base of retail clinics. The future of primary care will likely include the expansion of retail pharmacy clinics into employee health offices for large companies. The transition will result in a standardization of primary care processes and changing the doctor-patient relationship. Retail pharmacy based clinics offer the scale necessary to bring about many innovations in health-care reform and to offer reasonable, although perhaps not optimal, care for most primary-care indications.

You can order a copy of the WFS Conference Volume here on the WFS website.

IAF Launches Presence in Social Networks

In January, IAF unveiled a new look, revealing a change in logo to represent the first step in a longer process to update IAF's brand to reflect how its role, mission and capabilities have evolved over the past three decades. Another step in this process has been greater use of social networking tools to increase IAF's exposure in discussions about the future. IAF now has a YouTube Channel featuring a short video introduction to IAF President Jonathan Peck and excerpts from a speech by IAF Chairman Clem Bezold to Fleishman-Hillard on the Future of Food and Preventing and Reversing Diabetes. IAF has a new Facebook "fan page," a LinkedIn group, and a WordPress blog for the Authentic Futures Project.
These social networking tools are designed to keep you better updated with IAF, as well as to open up meaningful discussions about futures and foresight. So become a fan of IAF on Facebook, join our IAF LinkedIn group, and let us know what you think on the Authentic Futures blog. We hope you will take advantage of these avenues to explore the future with us.Pro-Poor Foresight Articles Published The Institute for Alternative Futures recently collaborated with foresight: The Journal of Futures Studies, Strategic Thinking and Policy to put together a special edition highlighting a recent workshop on Foresight for Smart Globalization: Accelerating and Enhancing Pro-Poor Development Opportunities. The workshop was supported by the Rockefeller Foundation and facilitated by IAF. It included leading thinkers in foresight, development and policy from around the globe. Papers from the workshop have been updated and published in the latest edition of foresight. Included in the latest issue are illustrations from the meeting by futurist and graphic facilitator, Joe Ravetz. Upcoming EventsIAF is planning a Foresight Seminar in September on "Healthcare Reform Through The Looking Glass of Myeloma" that will look at needed changes in medicine, regulation and reimbursement.
IAF is organizing an invitational workshop on "Optimal Futures for Risk Evaluation and Mitigation Strategies" planned for September 22, 2009 in Washington, D.C. with funding from the Society for Women's Health Research.

PRECISA-SE: EMPRESAS INVENTIVAS!

O pedagogo espanhol José António Marina disse que o homem é o único ser vivo à face do planeta que conseguiu libertar-se do "determinismo biológico" e ser favorecido pela Natureza com uma preciosa energia: a "inteligência criadora".

De facto, todos os seres vivos (incluindo as plantas) revelam comportamentos inteligentes para poderem sobreviver. Mas a maioria são comportamentos guiados por programas biologicamente elaborados e por imitação graças a processos "aprendidos" ao longo de milhões de anos de evolução, muito dependentes da paleta genética. O homem, por razões que ainda se desconhecem, saltou essas limitações e tornou-se num ser criativo e criador
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A mente inventiva nos negócios

Desde há muitos anos (décadas) que se fala da importância da criatividade no mundo dos negócios. Aliás, a época de ouro dos manuais de criatividade foram as décadas de 50 e 60. Publicaram-se então imensos livros e tratados, entre os quais algumas autênticas "bíblias" da matéria.

Até nós chegaram apenas os ecos dessa euforia pois ainda hoje a criatividade é tema que se considera algo acadêmica. Quando se fala em criatividade muitas pessoas pensam logo em Leonardo da Vinci, Picasso, Mozart, Júlio Verne e outros nomes das letras e das artes.

Associa-se ainda a criatividade ao talento artístico e muito pouco à geração de ideias inovadoras. Ora, num mundo competitivo e carregado de múltiplos focos de concorrência, são as novas ideias que podem ajudar as empresas a tornarem-se e a manterem-se competitivas.... pela diferença!

Uma empresa com poucas ideias envelhece mais rapidamente e perde energia competitiva, sendo, a prazo, uma empresa condenada.

Não faltam exemplos curiosos de como se pode incentivar as equipas a serem criativas. Por exemplo, a Mattel Inc. (fabricante de brinquedos) inventou uma sala parecida com uma casa em cima de uma árvore a qual funciona como um "ninho de ideias" e onde os empregados passam algumas horas. A Ideo Inc. (design) faz frequentes reuniões de brainstorming em que os mais estranhos objectos são colocados numa mesa para produzirem inspiração nos participantes. A Red Swoosh INc. (informática) envia os funcionários para longe dos escritórios (em S.Francisco) durante alguns dias por ano para fugirem da rotina e trabalharem em ambiente diferente (já estiveram na Tailândia, no México, etc.).

Outras técnicas (mais banais mas igualmente úteis) podem ser aplicadas. Por exemplo, o professor William Dugan, da Universidade de Columbia, acha que as empresas devem pedir aos seus colaboradores que anotem todos os "lampejos de criatividade" que lhe ocorram nos lugares e nas horas menos esperadas (em passeio, aos fins-de-semana, na casa de banho, etc.). Essas ideias, por mais bizarras que sejam, podem ser o ponto de partida para novos projectos.

Para mim, que ensino mental fitneess a executivos e empresários, considero que "quebrar as rotinas" continua a ser uma das mais produtivas formas de convidar o cérebro a "divergir", isto é, a ter ideias novas. Ou seja, quando estamos meses (anos) a fazer as mesmas coisas e nos mesmos lugares, ficamos de tal forma prisioneiros do conforto das rotinas que o cérebro torna-se claramente preguiçoso e a mente fica incapaz de aceder à imaginação fértil. Aliás, frequentemente torna-se estéril. Não é por acaso que o exercício mental activo ajuda a travar a doença de Alzheimer e atrasa o envelhecimento cerebral.

No mundo da wikinomia a criatividade funciona como uma vitamina potente nas empresas que necessitam se energizar através das ideias (para novos produtos, novas estratégias, novo marketing, novos processos de trabalho e organização, etc.).

Nelson S Lima

A GESTÃO, HOJE!

Com o crescente aumento do número de trabalhadores exercendo actividades intensivas que directamente envolvem a criação, a distribuição ou a aplicação de informação e conhecimento (nos Estados Unidos já representam 40% da força de trabalho!) torna-se óbvio que se impõe um novo modelo de gestão empresarial diferente dos que se aplicaram com mais ou menos sucesso durante a sociedade fabril.
Como escreveu Thomas Davenport (em Thinking for Living: How to Get Better Performance and Results from Knowledge Workers, 2005) a gestão da economia da Era do Conhecimento obedece a regras diferentes porque "o jogo é diferente". E isso não deve ser ignorado nem desprezado.
O trabalho feito na base do conhecimento é hoje a chave para o crescimento e a diferenciação. Enquanto o trabalho físico, braçal, manual, automatizado e repetitivo está a decrescer nas sociedades pós-industriais, aumenta aquele que utiliza preferencialmente o pensamento, a informação e o conhecimento.
Enquanto antigamente o trabalho do gestor consistia em pensar e o trabalhador em agir hoje as coisas já não se passam assim.
Davenport, que tem vindo a estudar esta matéria, destaca as seguintes mudanças que a gestão moderna está a enfrentar:
- de observadora do trabalho está a passar a Executante;
- das hierarquias organizadas a comunidades organizadas;
- da contratação e despedimento de trabalhadores ao seu recrutamento e retenção;
- da criação de competências físicas à criação de competências de conhecimento;
- da avaliação do desempenho do trabalho visível à identificação de conquistas invisíveis em termos de conhecimento;
- de ignorar a cultura à construção de uma cultura "amiga do conhecimento"
- de apoio à burocracia à ruptura com ela;
- da depedência do pessoal interno à consideração de uma variedade de fontes.
Na verdade, estas aparentemente simples mudanças representam uma grande revolução nos modelos de gestão a que temos estado habituados.

 

Membros

  • Eliabe Kosta
  • Walter Machado
  • Gilberto Dilela Filho
  • Otávio Ribeiro Artiaga Gomes
  • Dulcineia Catarina Moura
  • Mário Renato Mariano
  • Francisco Braga.'.
  • Antonio Manuel Valente Maciel
  • Marcos Camilo Moreira Manduca
  • mnnmmn
  • C. Psicologia Positiva Aveiro
  • Renata Ruzzi
  • Martinho Costa
  • Ricardo Souza da Silva
  • Carlos Alberto de Brito
  • Carlos Alberto de Brito
  • Maria Jucelia Vieira Gadelha
  • Regina Fontes
  • Bruno Figueredo
  • Jane Cleia soares da silva
  • Roque Vieira Junior
  • carlos almeida
  • Milton Costa da Silva
  • JORGE GONÇALVES DE FIGUEIREDO
  • MÁRDEL CARDOSO
  • Jorge Henrique Brognoli
  • André Rodrigues de Brito

VÁRIOS

Inteligências Múltiplas
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O que é afinal a inteligência?

Uma definição simples que me inspira é aquela que diz que a inteligência é a capacidade de pensar, criar, inovar, fazer escolhas, elaborar estratégias, tomar decisões, resolver desafios e solucionar problemas.

Existem vários tipos de inteligência?

Fala-se hoje muito em inteligências múltiplas (emocional, espiritual, espacial, etc) mas considero que a maior parte daquilo que se chama inteligência ou são capacidades ou meras competências. Prefiro algo mais simples: a inteligência pode ser analítica, criativa e executiva (prática). As chamadas inteligências emocionais ou sociais, por exemplo, representam, para mim, habilidades (que se podem adquirir, aprender e desenvolver ao longo da vida).

Nasce-se inteligente, ou tornamo-nos inteligentes?

Nascemos com um leque de potencialidades que estão para além da inteligência mas que incluem a inteligência. Esta pode ser desenvolvida e enriquecida através de estimulos recebidos nos primeiros anos de vida (como também pode ficar inibida) e potenciada nos anos seguintes. Nunca se pode dissociar a inteligência de outras variáveis que estão presentes na personalidade de cada um. Trabalhando essas variáveis podemos flexibilizar e ampliar aquilo que se entende por inteligência.

Qual o papel dos genes no processo?

Obviamente, os genes têm um papel importante em todo o desenvolvimento do organismo, incluindo as múltiplas áreas da psique. Os genes são o ponto de partida mas deixam um amplo espaço de manobra para que o meio, a cultura, as experiências e os desafios da vida exerçam uma função modeladora. O desenvolvimento da inteligência é sempre um processo dinâmico em aberto ao longo da vida. O que fizermos com a inteligência ditará um maior ou um menor sucesso onde actuarmos (nos relacionamentos, no trabalho, na política, na comunidade, etc.).

A personalidade e as emoções interferem na inteligência?

As emoções fazem parte da personalidade tal como a inteligência. As emoções interferem nos comportamentos. E estes serão mais ou menos inteligentes conforme a nossa capacidade para usarmos os nossos recursos (saberes, interesses, capacidade de aprender, criatividade, carácter, etc.) incluindo as emoções e os sentimentos.

O que existe afinal de verdade nos conceitos QI, QE e Qes?

São conceitos que procuram dimensionar diferentes potencialidades. O Q.I. pretende medir a inteligência mais racional. O Q.E. a inteligência emocional. O Q.Es a inteligência espiritual. Todos estes quocientes são tentativas (débeis) de medir algo que dificilmente é mensurável com o rigor científico ambicionado. Um indivíduo pode revelar-se mais inteligente e habilidoso numa área e perfeitamente estúpido noutras. Estes conceitos deram origem à indústria dos testes psicométricos mas pessoalmente não confio nos resultados apregoados. Eles medem os resultados de testes, mas medem o quê? Habilidades? Competências? Há pessoas que têm uma extraordinária perícia para fazer testes de inteligência e chegam a resultados excepcionais, mas isso não significa que na vida, no trabalho, nos relacionamentos, sejam tão inteligentes como mostram nos testes. Não compreendo como se pode medir uma pretensa inteligência emocional, ou uma inteligência espiritual ou até mesmo uma inteligência sexual (também proposta por alguns autores). Confunde-se frequentemente inteligência com habilidade, perícia, sabedoria e competência.

Importância do conhecimento do “eu interior” nas várias etapas da vida humana.

Conhecermo-nos a nós próprios é uma velha máxima que já vem da Grécia Antiga e até antes daqueles que são apontados como os primeiros filósofos. Porque somos seres sociais em que a visão representa 60% dos nossos sentidos, vivemos muito para o exterior e muito dependentes das imagens que os espelhos reflectem. Somos também sensíveis ao que os outros possam opinar sobre nós. E isso leva-nos a centrar a atenção na imagem externa, n a ideia que fazemos de nós próprios. Isso beneficia a indústria e o comércio da moda. O "eu interior" situa-se a uma maior profundidade, no âmago da nossa personalidade. Ele é o produto de construções mentais, de crenças, de estímulos, de laços afectivos da infância. Ele dá-nos um sentimento de unidade e de identidade e desenvolver-se ao longo da vida, ora reforçando-se ora enfraquecendo-se. O "eu interior" é psicológico, espiritual e corporal aglutinando estas três dimensões.

Nelson S Lima: enxertos da minha entrevista à revista EXECUTIVO XXI (Angola) em 3/11/09


Notas

O FUTURO NÃO BATE À PORTA

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Criado por Clube dos Executivos 3 Maio 2009 at 10:20. Atualizado pela última vez por Clube dos Executivos 10 Nov.

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Criado por Clube dos Executivos 2 Maio 2009 at 15:59. Atualizado pela última vez por Clube dos Executivos 10 Nov.

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Criado por Clube dos Executivos 3 Set 2009 at 14:47. Atualizado pela última vez por Clube dos Executivos 3 Set.

DESENVOLVIMENTO PESSOAL E SUCESSO

Como em tudo na vida, nós vamos melhorando nossa percepção das coisas, descobrindo outras e alargando a nossa capacidade de resposta aos desafios. Este espírito de luta, de disponibilidade para a recepção de novos aprendizagens, deve constituir um dos objectivos centrais da vida. É, com efeito, uma das bases do sucesso.

O sucesso pode ser definido de muitas formas. Há quem o associe à felicidade (conceito amplo onde cabem muitas realizações). Há quem o coloque entre a razão de ser da vida humana. Para uns, o sucesso atinge-se através das realizações (é o percurso); para outros será medido através das metas atingidas (é o fim em si mesmo). Há quem diga que o sucesso constrói-se. Outros aspiram que ele surja por um golpe de sorte.

O nosso tempo exige sucesso
O século XXI está a revelar-se complexo, imprevisível, ambíguo e muito competitivo. E, por isso, todos necessitamos de estar preparados para novos desafios pessoais, sociais e profissionais decorrentes das grandes mudanças que vão afectar o futuro de todas as organizações humanas e de todos os países.

Segundo os futuristas, quatro verbos vão estar em conjugação permanente: antecipar, adaptar, evoluir e inovar ! Isto implica inteligência, flexibilidade, actualização permanente, ampliação de conhecimentos e enriquecemento dos nossos talentos.

Os motores de oportunidade são também muitos: novas necessidades dos consumidores, novos estilos de vida, novos modelos de trabalho, transformações demográficas, mais ambiente competitivo, novas regras e condições económicas, etc.
Nelson S Lima
Artigo originalmente escrito para o portal brasileiro www.administradores.com.br

Mensagens de blog

Clube dos Executivos

O CAPITAL PSICOLÓGICO

Há cada vez mais pessoas na Terra, as cidades fervilham de vida, a tecnologia oferece-nos cada vez mais conforto e qualidade de vida (na medicina, por exemplo) e o conhecimento nunca foi tão avançado! Esta é uma visão positiva da vida.
Mas também podemos ter uma visão diferente sobre as mesmas coisas. As cidades crescem mas estão cada vez mais inseguras e com muitas bolsas de pobreza em muitas regiões do mundo e a tecnologia também trouxe problemas: poluição, desemprego, stress, armas muito peri… Continuar

Postado por Clube dos Executivos em 10 novembro 2009 às 14:45

Clube dos Executivos

Desfaça-se de ideias, crenças e saberes ultrapassados!

No Verão passado me desfiz de 98% dos meus livros de gestão, marketing e recursos humanos que tinha vindo a comprar desde os anos 80. Estão todos desatualizados. Minha biblioteca ainda mantem títulos recentes de Peter Drucker e ainda obras como FUNKY BUSINESS, WIKINOMICS e EXECUTIVE INTELLIGENCE, entre outras.

Meus livros de cabeceira são agora três! Três obras de grande impacto! É preciso ler: THE EXTREME FUTURE (James Canton), THE FUTURE OF MANAGEMENT (Gary Hamel) e RE-IMAGINE (Tom Peters). M… Continuar

Postado por Clube dos Executivos em 10 novembro 2009 às 14:40

Clube dos Executivos

RENOVE SEUS "GENES MENTAIS"

Genes mentais? Boa. Ora aqui temos uma novidade. Existem genes mentais ou genes que determinam as funções mentais? São coisas diferentes, de fato.

Ora bem, não existem genes mentais mas "memes". MEMES! Para quem não sabe esclareço, sumariamente, que são unidades de informação que se alojam na nossa mente e influenciam nosso estilo de vida, nossas escolhas e preferências. O mundo está cheio de memes que circulam por aí à velocidade da luz. Então, com a internet, as coisas pioraram.

Memes são, p… Continuar

Postado por Clube dos Executivos em 10 novembro 2009 às 14:38

MÁRDEL CARDOSO

Lançamento do Livro A UM PASSO DE MIM em São Paulo foi um sucesso. Próximos lançamentos previstos para Brasília 15/11 e Belo Horizonte em 21/11


O lançamento em São Paulo foi um sucesso. Muita emoção e alegria ao receber amigos, colegas, parentes e pessoas importantes, entre eles o professor Teixeira, ex-técnico do Corinthians, ex-assessor técnico do São Paulo e técnico de várias seleções pelo mundo, Bob Wollheim, ex-presidente Latino Americano da Starmedia, fundador do Ideia.com, citado no livro, Sidnei Oliveira, fundador do Zeek, um dos dois mecanismos de busca mais importantes que o Brasil teve, também citado no liv… Continuar

Postado por MÁRDEL CARDOSO em 28 outubro 2009 às 18:44

MÁRDEL CARDOSO

Coquetel de Lançamento do Livro "A Um Passo de Mim", de Márdel Cardoso


Coquetel de Lançamento do Livro A Um Passo de Mim
Você está convidado para o lançamento do romance que acontecerá na Livraria da Vila JARDINS, dia 14 de outubro, as 19h na Alameda Lorena 1731.

O livro é o primeiro romance do autor. Depois de dois anos de trabalho de pesquisas conseguiu reunir os a… Continuar

Postado por MÁRDEL CARDOSO em 30 agosto 2009 às 23:06

DICAS ÚTEIS

PALAVRAS-CHAVE DA NOVA ECONOMIA

O século XXI está a revelar-se como todos já prevíramos: complexo, imprevisível e ambíguo. E, por isso, todos necessitamos de estar preparados para novos desafios pessoais, sociais e profissionais decorrentes das grandes mudanças que estamos a assistir. Já não há lugar para hesitações. O risco é uma constante. A única boa defesa é estarmos preparados. E isto implica inteligência, flexibilidade, actualização permanente, ampliação de conhecimentos.

Viver na wikinomia exige que nos centremos num conjunto de saberes que, não sendo totalmente novos, assumem uma importância cada vez mais relevante. São esses saberes que aqui vou arrumando. Que sirvam de inspiração para os interessados.

Auto-confiança

Acreditar em si mesmo, construir uma auto-estima saudável, não ter medo de aniscar (ter coragem), ser inovador e original e gostar daquilo que se faz gera auto-confiança. Os ingredientes secretos da auto-confiança são a energia mental, a motivação e a força de vontade.

Capacidade de concretização

Envolve persistência, sonhos, visões, saber planear e controlar as situações. Diz respeito à aptidão para passar à prática ideias e projectos com êxito e saber errar e perder, aprendendo com a experiência (ver Inteligência de Sucesso).

Capacidade de comunicação

É uma das grandes qualidades dos líderes e das pessoas carismáticas: saber ouvir e saber dizer. Envolve a capacidade de inspirar paixão, sentimentos, emoção e entusiasmo. Inclui também o sentido de humor oportuno pois, sempre que utilizado com precaução, melhora a comunicação.

Carisma

O carisma é uma palavra que descreve as qualidades, o comportamento e as atitudes de alguém e está relacionado com uma série de atributos onde a capacidade de liderança ocupa um lugar de destaque.Tony Buzan, autor de diversas obras sobre inteligência, refere que a principal caracteristica do carisma é a energia que permite à pessoa ter uma visão, uma missão, quaisquer espécies de objectivos ou finalidades e saber transmiti-las aos outros de tal modo que eles aderem com entusiasmo ao que lhes for proposto.
Na mesma linha de raciocínio, outro autor, Peter Sharpe, diz que o carisma é a capacidade de fazer as pessoas ouvir o que dizemos de tal forma que elas “animam-se com o que estamos a dizer, ouvem o que estamos a dizer e, o que é mais importante, actuam de acordo com o que estamos a dizer da forma que queríamos que actuassem". Pessoas carismáticas? Pois apontam-se geralmente nomes como Nelson Mandela, Martin Luther King, John Kennedy, Gandhy e muitos outros.
As personalidades carismáticas são, em regra, pessoas activas, peremptórias, enérgicas e apaixonadas por aquilo que fazem. Possuem uma série de características tais como: presença; confiança, energia e entusiasmo; autodeterminação; convicções fortes; tendência para dominar; uma forte necessidade de influenciar os outros; capacidade para sentir, intuitivamente, o que os outros sentem; uma natureza extrovertida; perspicácia.

Por vezes, possuem também, características fisicas atraentes, uma voz dominante e inesquecível, olhar hipnótico ou que prende e uma "aura" muito pessoal.

Charme

O charme é feito de mistério e enigmas. As pessoas carismáticas são reservadas quanto baste para conservarem algum mistério à sua volta. Na verdade, para além de enérgicas, intrigantes e excitantes, as pessoas com carisma são geralmente enigmáticas e misteriosas pois o seu estatuto, o poder e a posição que ocupam - e até a sua cultura, a sua sabedoria e talento - estão além da vulgaridade (ver Carisma e Visibilidade).

Criatividade

No futuro só as pessoas criativas terão sucesso. A competitividade de que as empresas necesstam está a obrigá-las a recrutarem pessoas criativas capazes de inovarem. Ser criativo é estar aberto à curiosidade, ao que é diferente e original. Ser criativo é procurar soluções novas para os velhos problemas, é ter o espírito de explorador que a cada passo descobre novos caminhos. A criatividade aprende-se, treina-se e alimenta-se de curiosidade. Só as mentes abertas podem ser muito criativas. (Ver Trabalhador do século XXI).

Empresas e empregos

Grandes empresas, cujos tentáculos se estenderão por todo o mundo, marcam já a economia actual mas, no futuro, poderão tomar-se ainda mais poderosas. Em contrapartida, microempresas e profissões liberais, assumirão um papel cada vez preponderante, sendo de destacar uma cada vez maior especialização.
A forma como as empresas estarão organizadas tenderá a ser diferente da de hoje. Mais flexíveis, mais rápidas a decidir e a inovar, as empresas requerirão técnicos altamente especializados e dispostos a mudar de local de trabalho. Os empregos estáveis e no mesmo posto deixarão de existir a breve prazo. Entraremos na era do “capitalismo flexível” (nos últimos anos, em Portugal, mais de 1 milhão de tralhadores mudaram de actividade profissional!).
Segundo alguns estudos, prevê-se que a meio da vida as pessoas exercerão uma profissão totalmente diferente devido a um fenómeno conhecido como “degradação de conhecimentos “.
É altamente provável que as pessoas mudem de emprego cerca de 10 vezes ao longo da sua carreira. Ou seja, cada vez mais os jovens entrarão na universidade para não mais sair dela. Terão de manter-se constantemente em cursos de aprefeiçoamemto, de especialização e de aprofundamento para poderem manter-se actualizados e ... com trabalho.
No que se refere às saídas profissionais devemos estar alertas para o facto de diversos estudos apontarem para o desaparecimento de muitas actividades. Cerca de 80% das profissões hoje reconhecidas já não terão razão de existir dentro de 20 anos. Novas profissões, entretanto, farão a sua aparição, o que forçará as universidades a criarem novos cursos, talvez ainda dificeis de especificar. O aumento de cursos de pós-graduação e de especialização é inevitável. As pessoas com menos de 50 anos de idade terão de habituar-se à ideia de que voltarão mais cedo ou mais tarde à escola, mesmo que seja através da internet ou de outros meios (ver Sociedade do Futuro e Ensino).

Ensino

O ensino actual sofrerá então profundas modificações. A escola oriunda da era industrial será ultrapassada por novos modelos alternativos, mais eficazes e criativos. Segundo o jornalista e futurólogo Alvin Toffier, essa transformação passará por três objectivos: transformar a estrutura organizacional do ensino, revolucionar o seu curriculum e encorajar uma orientação mais voltada para o futuro. A escola estará mais perto da comunidade e cada vez mais aulas serão realizadas fora de portas (em empresas, museus, etc).
Os professores serão também obrigados a transformar-se, mudando de atitude relativamente ao exercício de ensinar. Os professores têm de aprender a ver cada aluno como um todo singular onde se escondem, por vezes, potencialidades incríveis. Têm de ser criativos e inovadores para serem capazes de libertar também o espírito criativo dos alunos. Os professores devem assumir-se como autênticos agitadores das mentalidades, lutando contra o conservadorismo, o conformismo, o cinzentismo e o comodismo que a educação familiar tantas vezes provoca nos mais novos. A escola do futuro será unia escola onde se aprenderá a pensar, a filosofar e a criar (ver Pensar).

Estilo

Descreve a forma como as pessoas fazem as coisas. É uma questão de excelência e superioridade de realização. As bases do estilo são a curiosidade e a criatividade.

Espírito de curiosidade

Maximizar a eficácia e optimizar os talentos e aptidões deverá ser uma preocupação das pessoas que trabalham. Só os melhores poderão aspirar a um lugar de destaque. Os menos bons ficarão pelo caminho ou, na melhor das hipóteses, terão de pensar numa actividade profissional alternativa e eventualmente menos interessante para as suas ambições.
O conhecimento e a informação são cada vez mais importantes instrumentos de acção. Pela aprendizagem é possível alargar-se os horizontes e ambicionar uma carreira promissora numa actividade socialmente reconhecida.
O psicólogo Robert K. Cooper defende que as pessoas podem maximizar as suas aptidões mentais (inteligência, criatividade, cálculo, etc), através de um esforço constante de flexibilização psicológica e de aquisição de novas informações e aptidões.
Um dos factores mais importantes do sentido crítico é a curiosidade intelectual, a qual envolve um estilo próprio de abordar os problemas da vida quotidiana. “O pensador crítico questiona e analisa as coisas não porque alguém exige que ele o faça, mas porque, no fundo, ele tem um desejo de compreender, um interesse em descobrir, por si mesmo, as respostas a interrogações nascidas do contacto com as pessoas e as coisas.” - acentua o professor David Carraher (ver Sentido Crítico). Esse esforço passa por uma série de estratégias, a saber:

-manter uma atitude criativa face às aprendizagens, à escola e ao trabalho;
-manter-se curioso, atento ao mundo e à sua evolução;
-não agarrar-se a certezas aboslutas;
-admitir o erro como forma de progresso e avanço;
-ser guiado por metas e não ser governado por elas;
-ampliar os seus conhecimentos;
-exercitar a imaginação até aos limites do absurdo para divertir o espírito e flexibilizar a mente criadora;
-alterar rotinas e hábitos que não se justifiquem;
-exercitar a concentração (ver http://www.neurofitness.info/);
-praticar regularmente desporto;
-aprender a relaxar e a meditar;
-alimentar-se inteligentemente com equilíbrio.

Inteligência de Sucesso

Tipo de inteligência que se traduz pela capacidade de analisar, de criar e de executar. Mas ser inteligente é também saber adaptar-se às situações e procurar as melhores soluções para os desafios. Por isso também hoje se admite que a inteligência pode ser social, emocional, linguística, visuo-espacial, naturalista, corporal-cinestésica, musical e lógico-matemática.A inteligência pode ser treinada e desenvolvida. Existem exercícios chamados de “neurofitness” que ajudam a ampliá-la (ver http://www.neurofitness.info/).

Metacompetências

Conjunto de aptidões onde se destacam a habilidade de pensar, a criatividade, o sentido crítico, a inteligência de sucesso e outras faculdades.

Pensar

O mundo está a exigir cada vez mais pessoas que saibam pensar, reflectir e raciocinar em profundidade. Só a pessoa que sabe verdadeiramente dominar a arte de pensar pode sentir-se livre. É através do pensamento que nós organizamos a realidade que nos cerca e somos também capazes de criar realidades alternativas. O pensamento é assim uma espécie de linguagem da mente. É através dele que solucionamos problemas, desde os mais simples aos mais complexos.
Usa-se o pensamento para imaginar, prever, julgar, propor, avaliar, calcular, classificar, conhecer, examinar, meditar, planear, rever, sugerir, etc. O pensamento enriquece-se através da aprendizagem e da experiência. Ler, escrever e conversar são formas de exercitar o pensamento. As pessoas que desenvolvem a arte de pensar podem aspirar a melhores empregos e beneficios pois estarão mais aptas a resolver problemas.

Sentido Crítico

Um das áreas que devem ser estimuladas nos jovens é o sentido crítico - uma aptidão relacionada com o que o filósofo grego Aristóteles chamava de “juizo” e que ele dizia ser “uma das faculdades da alma, obra do pensamento e da sensação”. Entende-se que um indivíduo dotado de sentido crítico “é aquele que possui a capacidade de analisar e discutir problemas inteligente e racionalmente, sem aceitar, de forma automática, as suas próprias opiniões ou opiniões alheias.” - escreve o professor de psicologia David Carraher.
O sentido crítico pode também ser definido como “um processo de formação de uma opinião ou conclusão baseada em informação acerca de uma situação e, idealmente, chegar a uma conclusão que pondera e reconhece os elementos importantes do tema” - dizem os psiquiatras Paula Trzepacz e Robert Baker.
O sentido crítico resulta de uma conjugação de factores relacionados não só com a inteligência mas também com a personalidade, o humor, capacidades cognitivas diversas e circunstências da vida, podendo ser afectado por factores culturais e sociais. Mas a sua relação com a inteligência é muito grande. De tal forma que as pessoas com défices e atrasos mentais, não sendo geralmente capazes de pensamentos abstractos, apresentam uma capacidade muito limitada de formular juizos.
As características da pessoa com sentido crítico são as seguintes:
-alta habilidade para pensar criticamente e lógicamente;
-uma atitude de constante curiosidade intelectual;
-crítica de si mesmo e dos outros;
-gosta de investigar e fazer muitas perguntas;
-entende com facilidade princípios gerais;
-não é propensa a aceitar afirmações, respostas e avaliações superficiais;
-revela habilidade na compreensão da estrutura de argumentos em linguagem natural;
-é capaz de fazer a distinção entre questões de facto, de valor e questões conceituais;
-mostra habilidade para penetrar até ao cerne de uma discussão ou debate;
-tem geralmente um sentido de humor desenvolvido (ver Pensar).

Sentido de Visão

“Ver” aquilo que quer atingir, ter um grande objectivo na vida e saber orientar-se pelas suas próprias convicções representam a visão. Exige perspicácia imaginativa e capacidade de criação e realização. Implica um bom auto-conhecimento, a identificação dos seus valores e crenças pessoais e ter um sentido de missão em tudo o que fizer. São as pessoas de visão que criam as inovações e provocam as mudanças na sociedade, nos negócios, na ciência, na tecnologia.

Sociedade do Futuro

Ninguém mais duvida que a sociedade do futuro será cada vez mais complexa e ambígua. A sociedade está a mudar muito rapidamente. As grandes tendências de fundo, que estão a mudar o mundo podem ser assim divididas:

Tendências económicas e geopolíticas:

- Interconectividade mundial (o mundo já é uma aldeia global, intensificam-se as relações;);
- Interconexão cultural (a nível cultural há cada vez maior proximidade entre culturas diferentes);
- Megametrópoles (Singapura, Hong Kong.. . as cidades continuam a crescer);
- Liberalismo económico (o capitalismo tende para o liberalismo e uma maior concorrência);
- Grande poder dos governos (face às ameaças do terrorismo, os governos ganham mais força);
- Balcanização dos Estados (muitos territórios aspiram à independência);
- Megaempresas (empresas multinacionais mais poderosas que muitos governos nacionais);
- Babelização (a proliferação de linguas nacionais e de dialectos locais).

Tendências tecnológicas:

- Obsolescência instantânea (os produtos “envelhecem” cada vez mais rapidamente);
- Interconectividade constante (a tecnologia desenvolve-se através de parcerias);
- Nanotecnologia, nutrição, farmacologia (esperam-se grandes evoluções nestas áreas);
- Micronização (a tecnologia tende para a miniaturização dos aparelhos e das máquinas).

Sociedade:

- Politeísmo (tendência para a crença em novas religiões e novos líderes espirituais);
- Novas tribos universais (grupos organizados a nível mundial em defesa de interesses tais como a organização não governamental de defesa ecológica “Green Peace”);
- Cepticismo (a população mundial, perante os múltiplos perigos que a rodeiam ao nível da segurança e do rumo da economia - desemprego, precaridade do trabalho,etc - tende a manter-se céptica perante os governos e as empresas;
- Paradoxos consumistas (o consumidor revela-se cada vez ambíguo nas suas preferências e escolhas);
- Superpopulação (somos mais de 6 biliões, seremos 10 biliões antes de 2050);
- Contacto permanente (a internet e o telemóvel permitem que a todo o instante as pessoas estejam relacionadas entre si).

Consumidor:

- Prematuridade (cada vez mais cedo as pessoas se assumem como consumidoras e clientes de muitos produtos e serviços);
- Insatisfação permanente (a grande diversidade de produtos e serviços ao dispor das pessoas geram insatisfação a todo o instante e a vontade de adquirir novas coisas);
- Alheamento perante as empresas (as empresas já não são o prolongamento da família mas simples locais de trabalho);
- Procura da autenticidade (as pessoas procuram serviços e produtos que lhes consolidem um certo estilo de vida, uma personalidade única);
- Sempre online (sempre em contacto com a família, os amigos e o trabalho através da intemet e dos telemóveis);
- Compre agora, pague nunca (as comprar a crédito, os sistemas de aluguer e de troca, fazem com que um número crescente de produtos nunca cheguem a ser propriedade do cliente);
-Upscale do consumo (o consumo cresce a todos os níveis);
- Obesidade (ricos ou pobres todos parecem engordar com as novas comidas industriais);

Emprego/Local de trabalho:

- Multirracial (as emigrações conduzem a empresas onde trabalhadores de diferentes nacionalidades e raças se misturam e trabalham em conjunto);
- Multiplicidade de profissões (cresce a variedade de especialidades e profissões);
- Desmotivação para o trabalho (o trabalho, reduzido à obtenção de um salário, tende a desinteressar e a desmotivar);
- CEO Superstars (os presidentes das grandes empresas tomam-se muito conhecidos e actuam como verdadeiras “estrelas” nos media;
- Gestão mercenária (os melhores gestores são como os treinadores de futebol saltando de uma empresa para outra em função do seu potencial e ganhando somas milionárias);
- Trabalho 24 horas! 7 dias por semanal 365 dias (cada vez mais aumenta o número de empresas e serviços que trabalham ininterruptamente; muitos gestores estão quase sempre on une com a empresa e os seus negócios);
- Obsolescência rápida de conhecimentos (os conhecimentos académicos estão a perder rapidamente actualidade devido ao avanço da ciência e das descobertas);
- Necessidade de reaprendizagem constante (já não chega concluir um curso; temos de nos manter em permanente formação para estarmos actualizados);
- Teletrabalho (trabalho através da intranet e da internet).

Talento

Habilidade inata para determinadas formas de arte como pintar, desenhar, compor música, representar, discursar, etc. O talento pode ser desenvolvido através da aprendizagem de técnicas e o desenvolvimento de habilidades que ajudarão a alcançar níveis de excelência. Geralmente é necessária a inscrição em escolas especializadas (escolas de música, de teatro, de pintura, de desporto, etc) para o desenvolvimento de certos talentos.

Trabalhador do século XXI

Vivemos num mundo diferente do da Era Fabril. Agora a sociedade do conhecimento e da informação exige trabalhadores mais competitivos e adaptáveis.
O consultor de recursos humanos Eugénio Mussak sugere que os trabalhadores e gestores do novo século devam possuir bemm consolidadas as seguintes aptidões e competências:
- flexibilidade para se adaptar às mudanças e alterações que o mundo do trabalho exige;
- criatividade para poderem ser inventivos e inovadores;
- informação permanente para se manterem actualizados;
- habilidades de comunicação;
- grande sentido de responsabilidade;
- espírito empreendedor, com grande capacidade de iniciativa;
- habilidade para serem sociáveis e saberem adaptar-se a diferentes tipos de pessoas e culturas.
 
 

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NOTA PESSOAL

SEJA UM CONSPIRADOR!

Detesto o cinzentismo, a mesmisse, o conservadorismo, as ideias velhas e ultrapassadas, o atraso cultural que impede milhões de seres humanos de usufruirem de toda a sua inteligência, os (muitos) professores que se julgam detentores de verdade, os pais autoritários e violentos, os polícias arrogantes, os políticos estúpidos, os conformistas em geral, e, por fim, os idiotas por opção (ou seja, aqueles parvalhões que insistem em nos aborrecer pelas mais pequenas coisas).

Quando há dias defendi que devemos ter o atrevimento de ser um pouco loucos, isto é, ter coragem para criarmos e inventarmos, sem medo de errar e sem nos sentirmos inibidos por ser diferentes da maioria eu, de certa forma, estava a proclamar um dos meus mais queridos lemas: o atrevimento criativo, essa tal ousadia de tentar desbravar novos caminhos, explorar novas possibilidades, sugerir novos processos.

A nossa sociedade assim o exige. Os tempos mudaram e continuarão a mudar a um ritmo cada vez mais veloz. Há pessoas que não se aperceberam muito bem da profundidade dessas transformações e muitas vezes acabam por assumir posições que travam a modernização e a evolução (das empresas, dos serviços governamentais, dos países, etc.).

Essa incapacidade para perceber a mudança pode ser muito prejudicial. E quando isso acontece nas empresas o risco de fracasso é muito elevado. Ora é aqui que os "conspiradores" como eu podem fazer a diferença. Eles são suficientemente atrevidos para poderem rasgar novos caminhos, desenvolverem novas formas de vencer as adversidades, criarem novas maneiras de fazer atuar as equipas. Não têm medo de dizer disparates e não se inibem em propor ideias arrojadas. Não fossem eles atrevidos e o mundo seria bem mais tranquilo mas atrasado e desconfortável.

Ainda hoje mesmo li na imprensa que já foi constituida uma empresa para construir um hotel a 450 quilómetros de altitude. Será o início do turismo espacial. Para muitos isto não passa de uma anedota, o produto de uma mente tonta. Desconhecem o bem sucedido e atrevido "patrão" da Virgin. (Também no século XIX muita gente da alta sociedade e intelectuais se insurgiram contra as ferrovias. Para eles, a máquina a vapor era uma aberração. Não admira que, na China, a primeira locomotiva que lá chegou tenha sido alvo da fúria da multidão e enterrada numa enorme sepultura. A mente daquelas pessoas não concebia a ideia de um meio de transporte diferente da tração animal, simbolo, então, da fiabilidade nas deslocações).

Se você sente que seu espírito é inventivo, se você defende ideias inovadoras, se você acredita que pode acompanhar o ritmo do mundo e ser um agente de mudança, então, não tenha receio de ser também um CONSPIRADOR!
Nelson S Lima

 

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